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Afinal, o que é o microagulhamento?

procedimento de microagulhamento

O microagulhamento é um tratamento indicado para suavizar rugas ou linhas de expressão, todos os tipos de cicatrizes, manchas, rejuvenescimento, alopécia, flacidez de pele e estrias, por meio de um equipamento chamado roller, o qual apresenta micro agulhas, que penetram na derme, estimulando a produção de novas fibras de colágeno, proporcionando, então, mais firmeza e sustentação para a pele, melhorando o aspecto em geral.

Tem como principal objetivo a estimulação dos fibroblastos e traz como um grande benefício a abertura de canais que ligam a derme ao meio externo, através das micropunturas realizadas durante o procedimento. Esses canais possibilitam que seja realizado o drug delivery, técnica essa que permite que ativos, tais como vitaminas C, A, B3, zinco, ácido hialurônico e fatores de crescimento, sejam aplicados na camada dérmica e atuem de forma mais profunda e concentrada, favorecendo melhores resultados durante o tratamento.

Como é realizado o microagulhamento?

Embora o roller seja o instrumento mais conhecido para realização do microagulhamento, existem outros modelos com a mesma finalidade. Há um modelo de caneta elétrica chamada DermaPen, que possui a mesma função do roller, porém apresenta diferenciação na geração das micro lesões ocasionadas durante o seu uso. Esse dispositivo elétrico movimenta-se de forma regular, no sentido de vai e vem, promovendo lesões minimamente controladas, diminuindo, consequentemente, o tempo de cicatrização tecidual

É preciso ressaltar que este tratamento pode ocasionar dor e desconforto, afinal, são utilizadas agulhas com diâmetro de 0.5 mm a 3 mm diretamente na epiderme (primeira camada da pele).. Por esse motivo, é recomendado a aplicação de uma pomada anestésica antes do início do procedimento. A dor é subjetiva e dependendo do limiar de sensibilidade, pode-se optar pelo uso do anestésico ou não.

O roller é constituído por um cabo e cilindro repleto de agulhas de aço inoxidável, dispostas de acordo com o tratamento e área de aplicação. A quantidade de agulhas é variada (de 190 a 1200). Já a dermapen, por ser uma caneta elétrica de microagulhamento, é composta por cartuchos com microagulhas de titânio, podendo variar entre 12 a 36 agulhas em cada cartucho, sendo descartado logo após o uso.

Seu princípio é semelhante ao da acupuntura, contudo, conta com o diferencial de ser localizado e múltiplo, tendo efeito somente na região tratada. E, além de induzir o colágeno, também estimula a produção natural de outras fibras da pele, assim como o espessamento da epiderme.

Outro ponto importantíssimo é que os materiais utilizados devem sempre possuir autorização da Anvisa e as agulhas devem ser estéreis e, sob nenhuma hipótese, podem ser reutilizadas, nem mesmo pelo próprio paciente.

Na técnica cirúrgica, o procedimento é realizado de forma mais intensiva e o paciente precisa ser anestesiado em ambiente cirúrgico. Geralmente, as técnicas menos invasivas oferecem resultados efetivos depois de várias aplicações com intervalos regulares, enquanto a técnica cirúrgica proporciona resultados notáveis já na primeira sessão.

Outra informação que vale ressaltar é que, para realizar o microagulhamento, o paciente não pode estar com a pele bronzeada ou apresentar infecções locais, assim como não pode estar em tratamento de câncer da pele. O processo de recuperação do microagulhamento costuma ser rápido, mesmo nos casos de procedimentos cirúrgicos.

Microagulhamento em casa, é possível fazer?

Apesar de ser possível fazer o procedimento em casa, orienta-se sempre que o paciente procure um profissional capacitado para realizar a técnica. Uma boa avaliação deve ser feita antes da sessão para que seja alcançado, com maestria, o objetivo traçado.

Quando o tratamento não é indicado?

O microagulhamento é contraindicado para pacientes nos seguintes casos:

– Pacientes com pele acneica muito ativa com muitas espinhas e cravos;

– Pacientes contaminados por herpes labial;

– Se tiver ingerido remédios anticoagulantes como heparina ou aspirina;

– Pacientes com histórico de alergias a pomadas anestésicas;

– Em caso do paciente ter Diabetes mellitus não controlada;

– Pacientes que estiverem realizando radioterapia ou quimioterapia;

– Pacientes que possuam doença autoimune;

– Pacientes em tratamento de câncer de pele.

Técnica de aplicação

Durante o procedimento recomenda-se não manipular outros objetos a fim de evitar possíveis contaminações. É indispensável o uso de luva estéril, anestésico (quando necessário), solução antisséptica, gaze estéril, touca, soro fisiológico, o roller , os ativos que serão utilizados e o que mais se julgar necessário para realizar o procedimento.

A higienização é feita com sabonete antisséptico e, logo em seguida, aplica-se álcool 70% ou clorexidina a 4%. Recomenda-se fazer esfoliação, podendo ser física ou química. Após a retirada superficial da camada da pele, aplica-se o anestésico tópico (em casos que seja necessário). Deve-se aguardar 30 minutos, em média, e depois retirá-lo completamente com água e sabonete neutro. 

Pronto! O procedimento de agulhamento poderá ser iniciado e orienta-se que seja realizado em todas as direções (na horizontal, vertical e diagonal), com variadas passadas por direção (não há um consenso quanto ao número exato de passadas, sendo determinante a mudança de direção quando há surgimento de sangramento local), dividindo as regiões por quadrantes. O ideal é finalizar o tratamento com o uso de soro fisiológico em temperatura ambiente, hidratando assim toda a região.

Indica-se realizar a técnica a cada 30 dias, aproximadamente. É possível que haja complicações pós procedimento por conta da má escolha do equipamento, execução inadequada, má associação terapêutica, entre outros. E algumas reações, no entanto, são inerentes à técnica como: sangramento durante a sessão, hiperemia, dor local, descamação e edema, afinal são características de qualquer processo inflamatório.

E aí, este post esclareceu todas as suas dúvidas sobre o procedimento do microagulhamento? Esperamos que sim! E, para entender mais sobre diferentes procedimentos estéticos e equipamentos profissionais, leia os outros posts do nosso blog.